O último Grand Slam do ano foi acompanhado de perto por dois torcedores do ABC: Erico Coelho e Edney Tauhyl. Durante as duas semanas de disputa, a dupla compartilhou com os leitores da Winner fotos e vídeos do US Open.

A cordialidade dos funcionários e pessoas que trabalharam no torneio impressionou, segundo relato de Coelho. “Havia pessoas entregando protetores solares. Não só isso. Quando você se prepara para tirar uma foto, aparece alguém da organização oferecendo para fazer a imagem”, revelou o andreense. “Chama a atenção a quantidade de funcionários dentro do complexo, um negócio assustador, que faz com que tudo ande muito bem”, complementa Tauhyl.

O torneio em Nova York recebe turistas de todo o mundo, mas o número de americanos presentes chegou a 80% neste ano, na projeção de Edney Tauhyl. Ainda segundo ele, o patriotismo dos norte-americanos fica evidente na torcida pelos jogadores locais, a ponto de uma partida de um tenista importante ser trocada por outra de menor expressão só pelo fato de ter um nome da casa em ação.

A dupla teve o privilégio de acompanhar de perto o bate bola de tenistas do quilate de Roger Federer e Rafael Nadal, antes da entrada em quadra. “Há esse acesso a quadras secundárias em que você pode acompanhar os caras de perto, a poucos metros, diferente do que acontece em uma Arthur Ashe, por exemplo”, frisou Tauhyl, que ganhou uma toalha de Marcelo Melo. “Também tive uma história curiosa com o Gasquet. Emprestei minha caneta para ele, que deu diversos autógrafos, foi para tudo que foi lugar e depois voltou para devolver a caneta.”

Segurança


Conforme os torcedores testemunharam, a segurança é uma das prioridades no US Open. Sequer é liberada a entrada de mochilas, sendo permitido apenas carregar uma mala pequena por pessoa.

“A bagagem passa por raio X como nos aeroportos e as bolsas pequenas são abertas e revistadas, igual acontece na Disney. Vi policiais com armas pesadas”, contou Erico Coelho.

A proibição se estendeu a coolers, pacotes selados e não identificados, qualquer tipo de aerossol, álcool, câmeras de filmagem, computadores, animais, bandeiras ou pôsteres, raquetes de tênis ou outro item que a segurança considerar como inapropriado.

“Tem uma segurança muito forte na entrada, policiais com metralhadoras, como se fosse um esquema de guerra. Porém, a partir do momento que entra no complexo, você não vê a segurança”, observou Edney.

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