Academia em Diadema tem seis quadras cobertas de saibro que passam por reformas a cada três anos, inclusive na estrutura

Com quadras cobertas, clubes e academias particulares que têm a locação como principal fonte de renda não precisam se preocupar com o clima. Porém, ainda mais trabalhando com o saibro, os gastos são maiores com a manutenção para deixar estrutura desse tipo em ordem.

Em Diadema, perto de São Paulo, a City Sports tem sete quadras de terra batida, sendo seis com cobertura. O centro de treinamento (que pode ser classificado assim por ter até academia de condicionamento físico) tem 26 anos de história. O proprietário Hans Bleidorn optou pelo saibro por conta da preocupação com a chuva, pensando em não interromper as atividades durante o ano.

Como acontece com todas as quadras de saibro, a manutenção exige cuidados diários. É necessário irrigar o piso, fazer reparos e espalhar o pó de telha com o vassourão para que a quadra fique nivelada. Além da reforma completa em períodos curtos, o espaço fechado pede atenção com a cobertura.

“Em média, a cada três anos fazemos a manutenção mais elaborada, como a troca do saibro, linhas demarcatórias, substituição do pó de telha e da rede”, enumera Hans. “Os maiores gastos que temos são com as coberturas, para evitar vazamentos, e com a própria manutenção das quadras”, completou o responsável pela City Sports.

Os recursos para manter as contas da academia em dia vêm da locação e dos planos de uso ilimitado para os frequentadores, que pagam um valor mensal – como se fosse um plano de sócio. São categorias distintas de mensalidade, que variam de preço conforme os horários e dias disponíveis para utilização das quadras.

“Revisamos os planos recentemente. Estamos cogitando para o próximo ano construir quadras de beach tennis”, revelou Hans, que responde por que a City Sports não investe em quadras rápidas. “Isso se deve aos fatos de elas provocarem mais lesões nos jogadores.”

HISTÓRIA


A academia surgiu de uma experiência de Hans Bleidorn no Clube de Campo do Instituto de Engenharia, que fica em São Bernardo. “Eu frequentava lá desde 1972, nos finais de semana. Por ser um entusiasta do tênis me propus a iniciar essa atividade aqui, no Centro de Diadema, em 1992”, recordou.

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