Um convite inesperado para o camarote no Jóquei Clube e uma grande emoção tomou conta de mim 

Olá sou Marlon Biasi e para minha surpresa recebi na semana que estava sendo disputado o Rio Open convite de um amigo que trabalha na empresa Copagaz, uma das patrocinadoras do campeonato. Já durante a competição, ele me deu dois ingressos de camarote para assistir a decisão de domingo. Em um primeiro momento, veio o sentimento grande felicidade e emoção, afinal, nunca tinha estado na final de um ATP 500, muito menos no camarote. 

Como eram dois convites, fui atrás dos melhores amigos, não deu certo (eles não aceitaram por motivos pessoais e particulares), e pensei nos meus alunos. Alguns também reclinaram. Depois de tantos e tantos convites, um pouco de azar até para conseguir uma companhia, fiz toda a logística para ir sozinho ao Rio de Janeiro. Primeiro pensei em ir de avião, mas vi que a passagem estava cara ao fazer cotação pela internet, depois cogitei de fazer a viagem com meu carro, no fim, achei que ia gastar muito, aí peguei um ônibus em São Caetano às 13h e cheguei na rodoviária do Rio às 6h. 

Como tinha até as 17h (horário da final) para fazer um tour pela cidade maravilhosa, tomei café da manhã tranquilo e segui com a programação para conhecer melhor o Rio.  Fui no Cristo Redentor, peguei trem maravilhoso que leva ao Cristo, que vai por dentro da mata e demora até 20 minutos para chegar ao topo. Custou 80 reais mas valeu cada centavo. Fiquei por lá até o meio dia, depois parti para o Leblon, onde ficava o Jóquei Clube, aproveitei que ainda tinha tempo e fui para a praia, mergulhei um pouco, depois passei em Copacabana e Ipanema para conhecer mais praias. Veja o que é possível fazer em apenas um dia no Rio. Depois tomei banho e visitei o Shopping Leblon, indicado por amigos, onde há por exemplo uma sala que carrega celular gratuitamente, também conheci um casal e fomos batendo papo. O pessoal, importante frisar, é bem hospitaleiro no Rio e de lá fui para o Jóquei Clube, onde estava sendo jogado o torneio.

Chegando ao Jóquei, os organizadores me pegaram com carrinho elétrico, já que o caminho é longo até a quadra. Na entrada, tinha um pessoal da Copagaz que estava me esperando. Comentei sobre o fato de ser professor de tênis há 25 anos e eles gostaram muito de mim. Apresentei o convite e já me deram um boné na entrada, mal entrei no complexo esportivo e logo vi diversas barracas e estrutura espetacular, com comida e lojas com bastante entretenimento. O camarote ficava ao fim das barracas, perto da quadra central. Peguei a pulseira depois de apresentar o ingresso e entrei no camarote.

No camarote, para vocês terem uma noção dessa experiência, tinha cerveja à vontade, dois tipos de champagne sendo servidos, vinhos também à vontade, muita comida, tábuas de frios e vários tipos de pães, sopas e sofás confortáveis. Aos poucos, fui vendo celebridades ao meu lado, casos do Minotauro, Fernando Meligeni, o narrador Eusébio Rezende, entre outros.

Era interessante que o camarote dava acesso à quadra central. Nesse domingo, quadra lotada, curti bastante a final entre dois jovens promissores e, quando terminou a partida, as pessoas ligadas ao patrocinador me apresentaram aos profissionais da Sportv que transmitiram o torneio, com quem tirei fotos. Ainda me deixaram na rodoviária. Espero voltar no ano que vem.

Marlon Biasi é professor de tênis a 25 anos, jornalista e Ator de publicidade das principais empresas Brasileiras.

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