*Texto de Wandre Cavalcanti

“Foi um sonho que demorou quase 20 anos para ser realizado, mas no final de 2015 consegui amadurecer a ideia e concretizá-la nesta temporada. Eu vivenciei Roland Garros, um dos melhores torneios de tênis do mundo.”

Já sai do Brasil com o ingresso nas mãos, que não foi barato: cerca de 400 euros para a primeira rodada, sendo esse valor para um lugar privilegiado, com direito a restaurante, comidas e bebidas inclusas por todo o dia. Porém, há ingressos mais populares, com preços bem mais acessíveis – a partir de 40 euros. Outra questão importante: não há lugar para estacionar carro, por isso o transporte público ou táxi são a melhor escolha.

Quanto aos jogos, tive o prazer de ver os melhores do planeta em ação, entre eles o novo número 1 do mundo, Andy Murray, que eu já tinha acompanhado in loco no Miami Open.

O charme de Roland Garros, para mim, é incomparável com qualquer outro torneio. Com certeza é um dos Grand Slam mais valorizados pelo público.

E olha, não tive nenhum tipo de dificuldade em relação a filas. Não vi nem peguei fila por onde passei lá dentro. Para você, leitor, que pretende um dia presenciar a grandiosidade de um evento como este, já saia com seu ingresso comprado, pois os melhores lugares para assistir acabam rapidamente.

Fala Leitor - Roland GarrosO público frequentador é super educado, não se encontra papel jogado no chão. A limpeza estava em dia por todos os ambientes que passei.

Adquiri entradas para a quadra Philippe Chatrier, a principal do torneio, onde vi também Carlos Bernardes, o único brasileiro a ser árbitro num campeonato tão expressivo.

Entre as quadras principais existe uma praça com cadeiras para o público que não conseguiu ingressos; desse local é possível acompanhar os jogos em um telão. Fica bastante gente nessa praça.

Qualquer bilhete adquirido que não for para as quadras principais (Philippe Chatrier, Suzanne Lenglen e quadra 1) dão acesso da quadra 2 em diante. Quanto ao acesso aos principais jogadores, não é possível, pois eles entram e saem por passagens exclusivas nos palcos maiores. A exceção, mais uma vez, é em relação aos tenistas escalados a partir da quadra 2.

Dentro do complexo também há boutiques com acessórios e souveniers de Roland Garros, porém, não são muito baratos – mas compensou cada centavo gasto. Tudo nesse torneio é glamuroso, arquitetura imponente, antiga e charmosa. Para os amantes de tênis, um sonho para não deixar passar. Vale muito a pena.

Fala Leitor - Roland GarrosComecei essa viagem sozinho, mas chegando lá encontrei meu amigo e aluno Vagner Simplicio e seu sócio Leandro P. Angeolini, da empresa Global Way, que nunca jogou tênis nem assistiu a uma partida, mas ficou encantado pelo esporte e por todo evento vivenciado em Paris.

Eu respiro tênis há mais de duas décadas, já tive a oportunidade de jogar torneios profissionais e agora ministro aulas na Academia Pavão Tennis há mais de dez anos e ter usufruído destes momentos em Roland Garros foi maravilhoso. Eu recomendo.

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